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A esfoliação física — grânulos, escovas, toalhas ásperas — tem a vantagem da sensação imediata: sentes a remoção de células mortas. A química — AHAs, BHAs — não tem sensação comparável. Mas a dermatologia está clara: a esfoliação química é mais uniforme, menos traumática para a barreira e tem resultados clínicos superiores para a maioria das preocupações de pele. A física vende pela sensação; a química entrega resultados.
Como Funciona Cada Uma
Física: abrasão mecânica que remove fisicamente as células mortas da superfície. Grânulos irregulares (caroço de pêssego, sal grosso) criam micro-cortes visíveis ao microscópio. Grânulos uniformes (açúcar, arroz) são mais seguros mas ainda criam fricção variável dependendo da pressão aplicada.
Química: ácidos que dissolvem as ligações entre corneócitos (células mortas) de forma uniforme, sem trauma mecânico. O AHA actua na superfície; o BHA penetra no folículo. O ácido láctico tem a molécula maior de todos os AHAs — penetra mais lentamente, irrita menos, é o mais adequado para iniciantes e pele sensível.
O Sérum Esfoliante com Ácido Láctico 10% tem HA incorporado — esfoliação química suave + hidratação imediata no mesmo passo.
Sérum Esfoliante com Ácido Láctico →Quando a Física É Adequada
No corpo — a pele é 4x mais espessa e tolera abrasão. Com grânulos naturais de granulometria uniforme (açúcar fino, pó de arroz). Não diariamente, e nunca com pressão excessiva. No rosto: raramente, e apenas com grânulos muito finos para peles robustas sem sensibilidade.
Quando a Química É a Escolha Óbvia
Sempre no rosto. Para pele sensível, madura, reactiva ou com rosacea: ácido láctico a 5–10%, 1–2x/semana. Para pele oleosa com comedões: salicílico 1–2%, 2–3x/semana. Para pele normal a oleosa com manchas: glicólico 8–12%, 2–3x/semana com SPF obrigatório no dia seguinte.
Após esfoliação química, o microbioma fica temporariamente perturbado. O Sérum Prebiótico aplicado a seguir acelera a reconstitução da flora protectora.
Sérum Prebiótico →